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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A Onda de Super Heróis - A Redenção

Então, tempos atrás fiz uma postagem onde falava sobre o enredo do último filme do X-Men.  Veja aqui para recapitular.

!!! Contém alguns SPOILERS !!!

Hoje, eu assisti ao filme, (sim, não vi no cinema) no aconchego da minha casa. O que tenho a dizer? É apenas um filme de super-heróis. E é muito legal. Incrível como o trailer é muito mais ousado no quesito "Deus" do que o filme. No filme fica muito claro que o "Apocalipse" é apenas egocêntrico e não um deus. O Apocalipse também é muito mais assustador no trailler e nas fotos, como exponho abaixo. Pra mim o show fica por conta dos atores Michael Fassbender (Magneto) e James MacAvoy (que na minha opinião é um Charles Xavier muito melhor que o anterior, Patrick Stewart). Amo a atuação desses dois, e é claro, nossa querida Mística interpretada lindamente pela Jennifer Lawrence!


No entanto, nas entrelinhas, percebe-se algumas mensagens críticas a respeito da religião, conceito de deus, etc. Nesses filmes, como na maioria deles, a figura divina não passa de uma interjeição, sendo sua presença e ação desnecessárias.
Neste, porém, vemos várias citações, como quando um dos personagens está orando a Deus antes de iniciar sua missão (Kurt - Noturno). Seria uma menção à existência de um verdadeiro deus que poderia ajudá-los de fato, ou apenas mais uma demonstração de que a fé é a penas uma força criada pela necessidade do próprio homem? Acredito na segunda opção.
O tempo todo temos pequenos e sutis confrontos ao Deus que conhecemos ou ao conceito de religião. No entanto, o filme é muito legal, um dos melhores dos X-Men e, pra quem gosta do estilo, vale assistir, guardadas as devidas atenções críticas a essas menções.

Por outro lado, a Marvel em uma de suas séries de TV, acabou me surpreendendo com uma cena que, na minha interpretação, é quase evangelística! Aconteceu no último episodio da 3ª temporada dos "Agentes da Shield". O vilão COLMEIA, que nada mais é que um parasita alienígena que se apodera do corpo de quem ele bem entende, com poderes sobrenaturais pretende dominar o mundo, sendo a história é bem similar a do X-Men - Apocalipse, pois se trata também de um ser que se intitula líder dos mutantes (que no caso dos agents da shields sãos os inumanos) por ser de fato mais poderoso. Mas ao longo da trama, descobre-se que a Sky na verdade é mais poderosa e é a única capaz de derrotá-lo. Disposta a se sacrificar para salvar a equipe, é impedida por seu namorado Lincoln, também inumano e é aí que o paralelo com Cristo acontece.

Nos meados da temporada, Sky tem uma visão sobre um dos agentes que morreria e, na visão, ela vê um crucifixo levitando no ar enquanto uma das naves da Shield se desintegra no espaço.
Durante o episodio final, uma das inumanas que é cristã, entrega o crucifixo ao Mack para que ele tenha mais fé e esperança na luta contra o mal.

No entanto, no meio dos acontecimentos, o crucifixo acaba parando dentro de um casaco que acaba sendo vestido pela Sky. Nos momentos finais, Lincoln decide assumir o lugar de Sky na tarefa de se sacrificar pelos colegas e fica com o crucifixo, e assim ele se lança no espaço junto com o COLMEIA.

Na cena enquanto eles estão sendo dispersados no espaço, o crucifixo finalmente aparece girando no ar, cumprindo-se então a visão da Sky.



A analogia acontece quando o COLMEIA comenta que ele estava se sacrificando por pessoas que nem ao menos mereciam, ao tempo em que o crucifixo girava. Uma equivalência clara ao sacrifício de Cristo por nós, mesmo sem merecermos. O personagem Linconl o tempo todo foi visto com desconfiança pelos seus colegas e justamente ele estava pronto para dar sua própria vida em favor dos amigos, ou seja, humilhado e desprestigiado como Jesus, salva a todos no final.
Realmente achei muito bonito e de fato a Marvel se redimiu aos meus olhos no que tange "falar sobre Deus" em seus seriado e filmes. :D

Poderia ressaltar também o primeiro filme dos vingadores (assisti novamente durante minhas férias) onde percebi o "testemunho" do Capitão América. Quando ele se prepara para atacar o Loki, a viúva negra (se não me falha a memória) o avisa para ter cuidado pois ele pensa que é Deus. O capitão, como todo bom americano cristão protestante, destaca "Para mim só existe um deus e ele não se parece nem um pouco com isso". Claro, a imagem norte-americana é latente neste personagem, mas é reconfortante quando um filme deixa claro que há um só Deus em que se acreditar, nem que seja apenas por algumas cenas. :)

Saindo do universo Marvel para o DC, Batman X Superman não poderia ficar de fora. Apesar de eu julgar um filme excelente, há diversas comparações do Superman com Cristo. Inclusive nas cenas finais, onde o corpo do homem de aço é baixado para junto à Lois e a Mulher Maravilha da maneira mais parecida com a retirada do corpo de Cristo da cruz possível. Sem falar nas conotações explicitas durante todo o filme. Mas pra quem assistiu aos outros longas do Superman, já está acostumado.


Interessante como a religião e a menção a Deus está presente em tudo, só ficarmos atentos. Ainda que não se pretenda, os filmes estão a falar de Deus, mencionando-o sutilmente, confrontando-o ou utilizando o tema para um pensamento crítico. Claro, infelizmente, nem todos os filmes possuem análises proveitosas ou relevantes, alguns realmente afrontam a pessoa de Cristo. 
Cabe a cada um analisar e filtrar o que é bom e o que vale a pena de fato assistir.

byPIU

domingo, 7 de fevereiro de 2016

A onda dos Super-Heróis

Nos últimos dias temos vivido uma onda de filmes sobre super heróis. Histórias dos quadrinhos que agora viraram adaptações muito bem produzidas para a tela do cinema e também para televisão, sendo redistribuídas pelos canais de Streaming como NetFlix e outros.
Particularmente, eu adoro esse gênero de filme/seriado. As histórias do Flash, Superman, Batman, Liga da Justiça, Shield sempre foram muito divertidas e cercadas de enredo fantástico e de aventuras. Com o avanço tecnológico, a 7ª arte tem conseguido trazer mais realismo e emoção às adaptações fazendo com que nos prendamos na tela e queiramos acompanhar cada episódio!
Posso arriscar dizer que essa onda começou com a primeira trilogia recente do Homem Aranha, estrelada pleo ator Tombey Maguire, que fez enorme sucesso exibindo drama, romance, ação e humor tudo dentro de um pacote só!.
Após, surgiram novos filmes do Super-Man, Batman e pra marcar esse novo tempo do cinema, The Avangers ou "Os Vingadores", que tem sido cuidadosamente enlaçado em uma serie de filmes de vários outros super-heróis. Inciando com o Capitão América, cada história vai contando a outra até se fechar no filme dos Vingadores.
O seriados também tem trazido um novo horizonte para as histórias dos heróis, com o investimento da Marvel e da DC Comic em contar as histórias do Arrow, Demolidor, Flash, Super Girl, Gothan (Batman) e da Agencia Shield, entre outros. Atores que antes você só via estrelando filmes de sucesso agora dão o ar de sua graça em um simples episodio de seriado que tem viciado e arrebatado milhões de fãs,
Flash é um dos que mais gosto e agora ando viciada nos Agentes da Shield.

Heróis da DC Comics

Heróis da Marvel

No entanto, como cristã, alguns pontos tem me incomodado quando assisto alguns desses épicos. Vou começar falando aqui de uma das coisas que me despertou a escrever este post. Fui ao cinema assistir Star Wars - O despertar da Força (outro grande sucesso que acaba pegando carona nessa onda nerd) e, durante a exibição dos trailers, foi exibido o do novo filme do X-Men, intitulado "X-men - Apocalipse". Estes são os famosos mutantes que vem fazendo muito sucesso também no cinema e nas versões de desenho animado, agora com uma versão mais jovem de seus personagens, talvez numa estratégia de fisgar os mais novos expectadores da saga.
Como este post pode ficar longo, irei dividir em temas. Em cada um que tenho assistido ou lido sobre, tenho me despertado sobre as mensagens, antes ditas subliminares mas agora bem explícitas, sobre a falta de necessidade de um deus e a possibilidade de termos sido criados, ensinados por alienígenas e que certamente poderemos ser por eles também destruídos.


X-Men


Voltando ao filme X-Men - Apocalispe, vamos observar o trailer, cujo link exponho abaixo:



Como disse, estava no cinema quando este trailer começou e logo de início, como você pode observar no vídeo, é mencionado que o Apocalipse, o mutante mais poderoso do universo, é um ser que sempre existiu e sua presença em nosso planeta foi assinalada de muitas formas. Por seus poderes, recebeu vários nomes, Rá, Krishna e Jeová. Ele possui quatro "agentes" fieis que trabalham com ele que são também comparados aos cavaleiros do apocalipse, onde os personagens chegam a dizer que é sobre eles que a Bíblia fala no livro das revelações, ou como conhecemos, Livro do Apocalipse, o que nos faz entender o porquê do nome do mutante.
Quem conhece um pouquinho a história dos X-Men, sabe que esse personagem é um mutante destruidor, que arrasa com a humanidade e com todos os mutantes, visando controle total, como se fosse um deus.
E foi aí que me incomodei. Este filme, que com certeza será uma super produção cheia de cenas de impacto e momentos de climax, nada mais é do que a idealização do desejo humano de explicar as coisas que não entendem, sem prestar respeito ao verdadeiro Criador do mundo.
Tem sido muito recorrente filmes que retratam a teoria de que existiram seres poderosos que teriam vivido há milhões de anos na face da terra e, assim, teriam nos criado, e nos ensinado a ciência e outras tecnologias ao longo dos séculos. As pirâmides do Egito e outras construções enigmáticas espalhadas pelo mundo, alimentam essa teoria de que seres muito mais evoluídos teriam dominado este mundo há muito e assim, proporcionado-nos a capacidade de construir esses tipos de arquiteturas quase impossíveis de se explicar, como por exemplo, a Stonehenge.
Posso citar o "Prometheus" (filme horroroso, na minha opinião) em meio a tantos outros. Neste link você pode checar um artigo sobre o documentário "Alienígenas do Passado" que fala sobre todas essas teorias.

Se você tem uma visão mais analítica, cética ou científica, com certeza, com o eu, irá rir das teorias colocadas nesse documentário. Mas de forma alguma irá deixar de se empolgar com a saga dos X-men e outros filmes bacanas. A questão é que muita gente acredita que a vida super inteligente extra-terrestre é a explicação para muitas coisas que aconteceram, acontecem e acontecerão.
Sempre ouvi dizer e li em alguns livros escatológico (escatologia é estudo das coisas vindouras; apocalipse) que uma das mentiras que o diabo colocaria na cabeça das pessoas durante a segunda vinda de Cristo é que seríamos arrebatados não por ele, mas por alienígenas!.
Eu achava que essa teoria era bastante bobinha, mas analisando esses filmes, vemos como que ela sutilmente tenta retirar de nós a ideia de um Deus Criador tal como a Bíblia relata.
Eles trazem a ideia de seres dominadores, maus, que criaram a raça humana apenas para propósitos egoístas.
O ateu ou o cientista, certamente prefere explicações como a evolução e etc, e rebate com classe muitas dessas teorias, e é claro que no cinema o que se espera é mesmo ficção. Mas o que dizer de pessoas que até acreditam que existe um deus, não como ele de fato é, mas sim num "ser de luz" ou "Algo maior", ou qualquer coisa muito vaga? Por que essa teoria poderia ser assim tão rejeitada? Afinal, existem de fato muita coisa sem explicação e mesmo a  Bíblia não as fornece.
Mas basta buscar um pouco de discernimento que observamos que essa ideia nada mais é que uma forma e relatar uma mensagem "New Age", ou da Nova Era do Anticristo, onde para tudo, aparentemente, se terá uma explicação, e essa explicação, usará a Bíblia como fonte de manipulação e jogará a ideia de um Deus Amoroso, Poderoso e Soberano por terra, fazendo com que as pessoas acreditem em tudo menos na existência de Deus.
A mensagem do anticristo é que não precisamos de um Deus, afinal, é certo que os X-men, mesmo que com dificuldades conseguirão de alguma forma derrotar o apocalipse. Se os seres humanos, podem ter super poderes, desenvolver habilidades, conhecer tanto de ciência e tectonologia que resolvem todos os seus problemas, pra que mesmo eu quero um deus? Ainda mais se esse deus tiver a fim de destruir o mundo,

Lembremos que o destino do mundo foi predito por Cristo em Mateus 24 assim como em outras passagens da Bíblia, e tudo o que vemos nos últimos séculos são simplesmente o cumprimento das profecias que de fantásticas e fantasiosas não tem nada. Pelo contrário, basta olhar ao seu redor, ler as noticias, acompanhar as manchetes ou sair pelas ruas que perceberá como elas são se fato reais.
A vinda de Cristo será assunto para outro post, mas, apesar de também parecer ficção, se estudarmos sobre, veremos o quão tácita ela é e o quão próxima está.

Não se engane. Assista aos filmes, seriados, leia os livros, mas observe o que está absorvendo. Nenhuma mente é tão poderosa que possa lutar para sempre contra forças espirituais e o inconsciente.
Peça a Deus para te revelar os seus planos para a humanidade e você poderá andar com ele e se unir a ele no cumprimento destes que são muito maiores do que qualquer teoria humana.

E lembre-se: Ainda que fossemos mutantes, heróis ou, como de fato somos, inteligentes e seres capazes de revoluções tecnológicas, o salvação que Jesus nos dá não é de nada que possamos ver ou controlar, mas daquilo que está além do natural. Ele não morreu na cruz para nos livrar de ET's, muito menos de seres malvados, mas da morte eterna.

O mundo espiritual existe e está bem ativo. Ainda bem que há ação do lado mal e do lado bom.
Por isso, apenas procuremos abrir nossa mente para despertar que nem tudo é brincadeirinha.

No próximo post vou falar sobre "Agentes da Shield".

byPiu

sábado, 27 de junho de 2015

Call the Midwife - Um seriado sobre amor, fé, amizade e solidariedade

Recentemente comecei a assistir a um seriado muito bonito através do netflix chamado "Call the Midwife" que traduzindo seria "Chame a Parteira".
O seriado se passa em Poplar, um vilarejo ao leste da Londres de 1950, e é transmitido pela tv britânica, produzido pela BBC. É baseado no best seller de mesmo nome, sobre as memórias da enfermeira parteira Jennifer Worth e estreou em 2012.

As "parteiras" do seriado Call the Midwife.

"A trama é ambientada nos anos 1950 e segue a trajetória de Jenny Lee (Jessica Raine), uma enfermeira de 22 anos que atua como parteira junto com um grupo de freiras no East End de Londres. O programa constrói um painel de uma região de baixa renda da cidade e retrata a falta de recursos que domina a vida de sua população. Mistura isso a pequenas intrigas da vida privada. É uma composição bem dosada que torna o resultado muito saboroso." (fonte: http://kogut.oglobo.globo.com/noticias-da-tv/critica/noticia/2014/05/call-midwife-serie-inglesa-e-garantia-de-bom-entretenimento.html)
Para mim, este é um dos seriados mais belos que já asisti, pois retrata o excepcional trabalho que era realizado pela parteiras e freiras em uma época onde os recursos médicos eram pouquíssimos e as inovações se espalhavam muito devagar, além de serem vistas com temor pela maioria das pessoas. Em meio a uma comunidade muito pobre, onde as mulheres engravidavam sem nenhum planejamento, as enfermeiras do Lar Nonato faziam toda a diferença estando presentes em suas vidas, acompanhando cada momento até o pós-parto. Mais do que a obstetrícia era exercido um trabalho social onde se preocupava com todo o contexto da mãe e sua família, enaltecendo seu valor em uma sociedade machista e altamente tradicional.

Cena que mostra a personagem Jenny em um de seus atendimentos de parto domiciliar.


Podemos ver como muitas coisas que hoje nos são simples, naquela época eram de muito difícil acesso para aquelas pessoas, como por exemplo, métodos contra conceptivos. Há um episódio muito interessante onde uma mãe de oito filhos, ao descobrir que está gravida do nono, se vê desesperada por abortá-lo tendo em vista sua condição de pobreza. Seu marido a apoia pois não possui trabalho que lhe renda o suficiente para escolher outra alternativa. Em meio a isso ela acaba recorrendo à métodos clandestinos para abortar o que lhe acarreta sérios problemas.
Além disso, são abordados assuntos como a desvalorização da mulher como ser humano cuja função vai além de procriar, preconceitos e quebra de paradigmas impostos pela sociedade, religião ou até mesmo, por tradições familiares.

Jenny Lee auscultando o barriga de uma mãe.

A enfermeira Jenny Lee inicia o seriado tímida e com medo de suas decisões e aos poucos é possível acompanhar seu crescimento como pessoa e profissional. Em meio a isso, podemos acompanhar os dramas de cada personagens, seus temores, conquistas e dessabores, num visão muito realista da vida naquele tempo. Apesar da diferença de décadas, a gente pode se identificar com diversas situações.
Ainda nos dias de hoje, as parteiras são muito valorizadas na Inglaterra, como pode ser visto nesta reportagem feita pelo sbt : "Importância das Parteiras no Reino Unido". É um trabalho admirável pois essa profissional adentra a casa de pessoas que nunca viu e começa a fazer parte de um dos momentos mais importante de suas vidas. No seriado, o fato de se exercer a atividade em uma comunidade carente e em uma década com conceitos e recursos muito aquém dos nossos, torna essa profissão um ato de coragem, amor e solidariedade.
Call the Midwife também mostra muito sobre a fé, em se tratando de suas personagens morarem em um convento e das freiras serem as principais atuantes nessa profissão em Poplar.

Irmã Julienne, Jenny e Irmã Evangelina, personagens do seriado.
Eu amo seriados britânicos e gostaria muito de um dia poder visitar a Inglaterra, e até mesmo ficar por lá um bom tempo. Sou suspeita de falar, mas o Call the Midwife é um seriado que todos deveriam assistir. É campeão de audiência da tv britânica e está em sua 4ª temporada.
Como disse é baseado no best seller de mesmo nome, que pode ser adquirido em inglês somente, em livrarias como esta aqui: CALL THE MIDWIFE Book.
Apesar de todo apelo à liberdade e quebra de ideias antigas por ideias novas, o seriado também mostra a delicadeza e a importância de valores antigos que merecem ultrapassar o tempo como o amor, a fé, a amizade, a cumplicidade e a esperança por alegrias e sonhos de uma vida dourada. Por se passar na época chamada "pós-guerra", há muito contraste entre o novo e o antigo, o que deve ser extinto e o que deve fazer parte da vida. Além de toda a beleza de uma década de descobertas, fascínio pelo novo (que hoje perdemos) e recato e preservação dos bons valores (o que perdemos também).
Choro sempre que assisto, mas também rio muito com algumas situações contadas. E saber que são baseadas em uma bibliografia real, de fato torna cada episódio uma boa reflexão. E é claro, o figurino, as vaidades da Trixie e as superações das meninas e mulheres tornam assistir Call the Midwife um passatempo muito relaxante.

Trixie, personagem das minhas preferidas

Disponível no Netflix (as 3 últimas temporadas) ainda não econtrei o seriado em outro lugar, com a quarta ou que não seja legendado, caso você tenha algum problema com legendas. Recomendo!!!

byPIU