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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Sobre a depressão, a ansiedade e a compulsão - Parte 2



ANSIEDADE

Não poderia ter dia melhor para escrever a segunda parte dessa série sobre Depressão, Ansiedade e Compulsão, e falarmos sobre o segundo tópico da lista.
Sim, vamos falar da ANSIEDADE, que logo no primeiro dia do ano vem bater à nossa porta com toda a violência que lhe é característica.

O quê fazer no próximo ano? O quê devo pensar, planejar? Quais ciclos devo encerrar e quais devo iniciar? E logo começam os demais pensamentos mais nocivos: "Estou confuso!", "Estou com medo!", " E se não der certo?", "Não quero errar de novo", e por aí vai.

A ansiedade, por si só, não é algo ruim. Sempre achei que eu tinha isso como algo bom em mim, pois me faz correr atrás do que eu quero, me faz tomar atitude e não ficar prostrada, me faz arriscar quando necessário. O problema é quando ela começa a virar um mal, uma dor, uma asfixia.
Asfixia. Se você é ansioso concordará comigo que essa palavra define bem a ansiedade quando entra no estágio não saudável.

É como se todos os temores, desejos, anseios, medos, sonhos, planos se tornassem uma avalanche de desespero. Angústia, inquietação e até inércia começam a assumir o controle e para irmos para a compulsão e a depressão, dos quais essa série também trata (leia sobre depressão aqui), é uma questão de tempo.

Hoje, o que mais ouvimos falar são de patologias e problemas físicos que são resultado de má gerência da ansiedade. E eu, mais uma vez quero usar este blog para tentar te ajudar nisso. Assim como falei no post sobre depressão, não sou médica, nem terapeuta, nem psicóloga nem nada. Não pretendo indicar tratamento e muito menos substituir sua consulta ao psicólogo.
Minha intenção aqui é apenas compartilhar como eu venci (ou tenho vencido) a ansiedade e assim, quem sabe, te ser útil, amigo leitor.

Vamos então listar alguns pontos para vencer a ansiedade, conforme minha experiência.

1. Identificar, entender e aceitar.

Antes de tentar resolver qualquer problema, você precisa identificá-lo. Como posso tentar solucionar algo que nem sei ou acredito que tenho? No meu caso, sempre achei que a ansiedade era algo comum a todos, apenas uma pressa, vontade exacerbada, coisa que poderia passar com o tempo. Como cristã, sempre li textos bíblicos a respeito da ansiedade e diversas canções que admoestam a não sermos ansiosos. Mas eu era mesmo quando achava que estava calma.
Após uma fase difícil que atravessei, de mudanças e pressões, já amadurecida, percebi que muitas coisas que eu sentia não eram normais. Comecei a me auto-avaliar e me dei conta que, ao longo de toda a minha existência, sempre fui extremamente ansiosa e manifestava isso de diversas maneiras, ainda que inconscientemente. Entra aí a fase de entender para então aceitar.

Na escrita - sempre escrevi rápido. Tão rápido que comia as letras. Sempre fui aquela aluna que os professores do primário indicavam caderno de caligrafia pois escrevia com garranchos. Me recordo de ter lições em caderno de caligrafia até a quarta série (hoje quinto ano do ensino fundamental). Ninguém mais usa caderno de caligrafia nessa etapa, mas eu sim. E que chato era pra mim ter que escrever devagar, pensando em cada forma de letra. Então eu dormia e deixava para minha irmã fazer (confesso meu pecado), pois ela sempre gostou disso (não é a toa que depois veio a ser professora).
Também tenho a lembrança de minha mãe ter sido chamada pela professora para alertar sobre um possível problema oftalmológico que eu pudesse ter, porque eu escrevia as palavras faltando letras. Mas, assim como hoje, eu sempre enxerguei muito bem. O problema estava na ansiedade, na falta de paciência de ter que escrever palavra por palavra. Sempre amei escrever, mas se eu pudesse transferir as palavras diretamente da minha mente para o papel sem ter que esforçar meus dedinhos inquietos seria magnífico!
Resultado - hoje ainda escrevo com garranchos, adaptei cada letra do alfabeto que eu não achava legal de como diziam que eu "deveria" escrever para uma nova forma que eu acho melhor e mais bonita. Ainda as como, mesmo que seja em teclados digitais (celular, notebook). Como fiz pra melhorar isso? Tento reler o que escrevo, mas não é muito fácil.

Na fala - sempre falei rápido. Tão rápido que ninguém entendia. Uma vez comecei a me consultar com uma fonoaudióloga e ela me disse que meus pensamentos eram mais rápidos que minha língua e que eu não respirava pra falar, logo engolia o som sem perceber. Ironicamente, sempre gostei de apresentações em público e sempre me saí muito bem com minha oratória. No entanto, em uma conversa normal, as pessoas geralmente me interrompiam pra dizer que não estavam entendendo ou pra repetir o que eu disse. Outras fingiam entender e faziam cara de paisagem talvez tentando ser educadas (não faça isso!). Hoje eu melhorei muitíssimo e isso se dá porque consigo perceber quando falo pra dentro ou em velocidade além da compreensão humana. As poucas consultas da fono me ajudaram a perceber isso, exercícios de respiração e, mais recentemente, ter tido a experiencia do intercambio linguístico onde precisei falar inglês o tempo todo, o que requeria de mim falar mais pausadamente, pensando no que eu iria falar e articulando as palavras. Tudo o que eu não faço em minha língua nativa, mas que acabei transferindo para a prática diária inconscientemente.

No corpo - sempre andei rápido. Tão rápido que vivia a cair e tropeçar. Também suo horrores. E quando não estou andando, estou sempre me sacudindo. Mexendo as pernas, os pés, o quadril ou o corpo todo. As vezes estou sentada e, caso não haja encosto, fico levando o tronco pra frente e pra trás feito um lunático no manicômio. Mas eu não sou lunática (eu acho), é apenas ansiedade sendo extravasada pelo meu corpo. Melhoro muito isso com atividade física. Percebo que quando corro, ou caminho vigorosamente, consigo ficar sentada simplesmente parada, sem mexer nenhum membro do corpo e isso é fantástico! Prática de exercícios como ioga e pilates ajudam muito para que o corpo consiga se manter em calma quando necessário.

Após identificar e entender, finalmente aceitei que era uma pessoa ansiosa quando um belo dia, ajoelhada em meu leito para oração, senti todo o meu corpo tremer. Assim, do nada. Tremer tudo, todas as partes do meu corpo, sem parar. Lembrei que quando tinha por volta de onze a doze anos tinha vivido episódios semelhantes que foram apaziguados pelas orações da minha mãe. Me dei conta que aquilo era a ansiedade deixando de ser um sentimento para ser uma doença. Minhas ânsias estavam escapulindo, transbordando pelos meus poros e aquilo não poderia ser algo normal. Então, algo precisava ser feito.

2. Mostre a ansiedade quem é que manda
Assim como abordei na questão da depressão, é preciso lutar contra a ansiedade inciando-se com sua própria vontade de vencê-la. Sempre que perceber que o desejo virou angústia e os sonhos obsessão, é  hora de parar tudo e cuidar da mente. Aceite que nem tudo ( ou quase nada) está sob teu controle. Nem sempre você tem que resolver as coisas do teu jeito ou agir para solucionar problemas. Nem sempre correr atrás é saudável e ficar pensando o tempo todo em algo é normal somente até o ponto que não te impeça de pensar e fazer outras coisas. Há situações que não podemos mudar, apressar ou fazer acontecer e, ainda que as mídias, a sociedade e as pessoas te digam "FAÇA", "NÃO PERCA TEMPO", você precisa saber a hora de ficar parado, quieto, respirando fundo e refletindo.
Um dos primeiros passos para vencer a ansiedade é parar de se cobrar tanto por tudo, entender seu tempo e aceitar suas incapacidades e limitações. Não estou falando de complexo de inferioridade ou ser pessimista achando que nada vai dar certo, mas de aceitar que nem sempre se vence e que todos nós falhamos ou temos degraus a serem subidos, dia a pós dia.

3. As pessoas não têm culpa de você ser ansioso
Ninguém é obrigado a ser como você quer, a fazer o que você quer do jeito que você quer e na hora que você quer. As pessoas são como enormes engrenagens que, apesar de precisar umas das outras para girar, giram em velocidades diferentes, conforme seu propósito. Também, nem sempre se deve resolver aquele assunto naquele momento. Respire, tente entender o lado do outro, reflita sobre a real relevância da situação e se vale a pena falar ou se você estará simplesmente despejando toda a sua ansiedade nos ombros da outra pessoa. Ansiedade destrói relacionamentos.

4. Você não têm culpa de ser ansioso
Por outro lado, você também não pode ficar se martirizando o tempo todo por uma palavra não dita, uma atitude precitada, uma decisão mal tomada. Isso sim é normal e faz parte da vida. Todos erram o tempo todo. O que não é normal é não recolher um aprendizado com o erro e não se perceber como uma vítima de um transtorno que precisa ser tratado. Busque ajuda, faça um oração, desfoque e siga em frente.

5. Sim, você precisa de ajuda
Assim como a fonoaudióloga me ajudou a detectar meu problema na fala, o psicólogo ou psiquiatra pode te ajudar a diagnosticar os problemas causados pela ansiedade e te ajudar a tratá-los. Quando a ansiedade perdura e não passa com um simples exercício de meditação, é hora de apertar o alerta vermelho e buscar apoio profissional.

6. Um dia de cada vez, um leão por dia
Em Deus, tenho vencido e melhorado cada dia mais. Tenho conseguido controlar a ansiedade e não me deixar ser dominada por ela. Mas é uma guerra a ser ganha diariamente, cultivando bons hábitos, negando sofismas mentais e declarando palavras de fé e cura para minha alma. A Bíblia nos recomenda a lançar sobre Cristo toda a nossa ansiedade porque Ele tem cuidado de nós. Isso é tão profundo! Pegar todo esse peso, essa pressão, essa angústia que nos sufoca e dói e render aos seus pés, lançar a carga em seus ombros. Ele tem cuidado de tudo. No ano que se passou Ele me falou muito sobre entrega. Muitas foram as vezes em que disse em uma oração da noite que estava o entregando meus problemas e logo na manhã seguinte estava nervosa a respeito, pensando em que atitude tomar para sanar. Mas entregar é entregar! É tirar das suas mãos e colocar nas dele para que Ele faça TODO o trabalho e não apenas uma parte.
E ele fará do jeito dele. E é nesse B-A-BA que Deus tem me ensinado o verdadeiro significado de confiar, esperar com paciência. Confiar que a ação dele é melhor que a nossa, que os nãos dele são os sims para uma vida melhor e que nada nem ninguém pode roubar nossa paz.
Não existe nada melhor do que deitar e dormir tranquilo sabendo que tem alguém cuidando para que tudo corra bem no seu amanhã.



Aceite que você é ansioso mas não aceite que a ansiedade te vença! Repudie pensamentos que lhe deixem inquieto. Planeje, sonhe, faça, crie! Mas sem atropelar o tempo, as pessoas e as fases.
Largue a mão do controle e deixe a vida acontecer com Deus.

Espero que isso aqui te ajude.

Se quiser, há alguns outros posts sobre ansiedade. Seguem os links:

ANSIEDADE

NÓS, OS ANSIOSOS

ME ENSINE

AS CHUVAS DO OUTONO E DA PRIMAVERA

Também alguns links de outros sites que falam sobre doenças causadas pela ansiedade:

O pior de todos os males
 Vídeo legal do Augusto Cury
by PIU

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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Sobre a depressão, a ansiedade e a compulsão - Parte 1





Nos últimos anos, têm crescido exponencialmente o número de pessoas que possuem algum quadro de depressão, ou ansiedade ou compulsão.
Antigamente, era raro ouvir falar disso, geralmente se falava quando alguém se suicidava ou surtava e então dizia-se que a pessoa estava em depressão profunda.

Em outros casos, geralmente a depressão era tratada como frescura, ansiedade como ter pressa das coisas e compulsão como falta de equilíbrio ou loucura. Não sou da área de psicologia e nem pretendo fazer deste post algo sobre as doenças, como tratar etc. De modo algum.

Mas, eu gostaria de falar um pouco sobre como, num mundo tão caótico, rápido e conturbado como os de hoje eu tenho lidado com esses três fantasmas que assolam a civilização moderna.

Como já disse, não sou médica, psicóloga ou terapeuta, e nem pretendo solucionar problemas de ninguém. Mas nos últimos tempos, tenho visto pessoas próximas que têm passado por esses problemas e o que mais vejo é que elas não conseguem enxergar uma forma clara de se libertar disso. A maioria se apoia totalmente na medicina, em medicamentos e vai vivendo assim. O discurso geralmente é o mesmo: "eu tenho o problema, e estou tomando as medidas médicas/humanas para resolver, mas é difícil, ainda continuo com o problema".

Minha intenção aqui é colocar estes problemas emocionais/psicológicos em um nível inferior ao nosso. Sim, somos seres intelectuais dotados de força mental e podemos combater esses problemas. Nossa mente é um campo de batalha e sempre, até o fim de nossa vida haverão sentimentos, pensamentos e pressões para lidarmos. Então, como viver sem de algum modo transpor isso de uma vez por todas?

Não quero dizer que não devamos buscar ajuda médica ou terapeutica. De forma alguma. Eu mesma procuro quando necessário. Mas sempre percebo que quem é meu maior apoio sou eu mesma e minha capacidade de resolucionar o que o especialista me orienta a fazer.

Depressão

Bem, o que vou escrever não é pra quem já se encontra em um estado de depressão profunda. Para isso recomendo duas coisas: buscar ajuda médica e espiritual (como cristã aconselho procurar uma igreja protestante séria mais próxima de você, ou conversar com alguém confiável que cultive um relacionamento com Deus como um pastor que você conheça, um líder de pequenos grupos, ou aquela "irmã de oração").
Falo pra você que, vez ou outra se pega com pensamentos depressivos e que, se não pará-los agora, mais cedo ou mais tarde, eles podem sim vir a se tornar mais do que ocasionais, mas permanentes.
No livro "Conexões para a Vida" de Curt Thompson, que é um psicanalista cristão, ele relata que a depressão é como se o cérebro se perdesse em um lugar de onde não consegue mais voltar.
Logo, tudo começa com o cultivo dos pensamentos e atitudes depressivas. Se sentir inferior, sentir vontade constante de estar sozinho, se sentir angustiado com frequência, triste. Nessa etapa é totalmente possível lutar contra seus pensamentos. Nossa mente é nossa alma e nós podemos dar a ela uma ordem.
O Rei Davi fez isso no Salmos 42, onde diz "por que está aflita, ó minha alma? Tenha esperança em Deus, pois ainda irei louvá-lo". Aqui vemos um exemplo de um homem que, num momento de profunda angústia, traz à memoria as boas lembranças, as conquistas e a fé em Deus, ordenando a si mesmo que se aquiete e se acalme.
No início parece difícil, mas é como qualquer novo hábito a ser adquirido, como treinar na academia. Quanto mais você insiste em treinar mais fácil os exercícios se tornam, gradualmente. Do mesmo modo, quanto mais você treinar a sua mente para dizer não aos maus pensamentos, mais ela aprenderá o caminho para pensar no que é bom, para clarear as idéias.
Na maioria das vezes, os problemas não são tão grandes assim. Tá, você pode me listar um monte de  traumas, problemas, situações ruins que você possa ter passado e me dizer "Olhe só para a minha vida! É muito triste e miserável!" ou "Eu nunca tenho sucesso em nada", etc..
Mas ainda assim, quando você se der conta de que estar vivo é muito bom, de que a graça de respirar é mesmo um presente (sendo redundante, sorry), ainda que pareça clichê, você notará que é muito forte e pode superar qualquer coisa!

Você e eu não fomos criados para choramingar pelos cantos, viver de falsos ou nenhum sorriso. Somos criação de um Deus apaixonado, criativo e proposital! Sim, há propósito em tudo o que ele criou e, no início, após ter criado tudo ele mesmo disse "Ficou muito bom!".
Infelizmente o ser humano se deteriorou quando desobedeceu ao Criador e então hoje andamos como indigentes, sem ter a menor noção de quem somos.
Logo, pensamentos como "ninguém te ama", "ninguém se importa de verdade com você" se apossam facilmente de nossas mentes.
Mas ele nos deu um intelecto semelhante ao dele capaz de vencer essa luta interior e dizer "sim, eu sou amada e sou importante"!
Quando você abrir os olhos para tudo o que está diante de você e adiante (não em seu passado de dor, fracasso, rejeição, tristeza ou até mesmo monotonia), verá como é simples viver essa verdade e dominar os maus pensamentos.

Dicas para expulsar as sementinhas do mal:

1. Consuma bons conteúdos

Somos corpo, alma e espírito. Nossa mente, como já disse, é nossa alma (segundo a teologia cristã, somos seres triunos, assim como nosso Criador). Logo, assim como alimentamos nosso corpo com comida e nosso espírito com a oração, por exemplo, é preciso alimentar nossa alma com boas coisas.
Se afaste de coisas que te remetam a lembranças ruins. Se isso está muito difícil, procure um psicólogo que possa te ajudar a vencer esses traumas e dores, e assim aos poucos sua mente dará espaço para viver novas e belas experiências que estão à sua espera.
Leia bons livros que falem de coisas boas, estimulem o cérebro e o bom humor. Assista bons filmes, nada de coisas de conteúdo baixo ou muito violento. Há filmes que falam diretamente ao nosso ser e nos despertam a refletir sobre a vida de maneira construtiva, como "A procura da felicidade", "O Rei do Show", "7 Minutos Depois da Meia-Noite", "De repente 30", "Larry Cronwe - O amor está de volta" entre outros dramas legais. Mas você pode ir em outros de sua preferencia que te ponham pra cima e mostrem perspectivas de superação.
O mesmo para músicas. Dá um tempo naquela playlist de sofrência, por favor!

2. Pratique algum hobby e/ou esporte

Você estará cuidando do corpo, no caso do esporte, mas também da alma, pois ocupa a mente e libera substâncias que combatem quimicamente aquele "bad mood" e faz você se sentir mais valente e preparado para os desafios da vida.
No caso do hobby, geralmente, por ser algo que gostamos muito, nos desperta também boas sensações e até mesmo boas lembranças. Não exite em experimentar algo novo também!
Um bom modo de aproveitar o tempo só, se for o teu caso. Dependendo do esporte/hobby, uma boa oportunidade de fazer novas amizades!

3. Como citei no 2, ocupar a mente.

Ocupar a mente é essencial! Quem sabe não é a hora de começar aquele curso tão adiado, fazer aquela viagem, ler ou escrever aquele livro. Procure algum amigo/a que não veja há muito tempo que esteja disponível para um simples café. Se curte redes sociais, procure seguir paginas e pessoas que publiquem conteúdos que sejam favoráveis a esse tempo de "desfossa". Pessoas que postem reflexões bíblicas, ou videos de auto-ajuda por exemplo. O youtube está recheado de gente boa falando coisa agradável. Ah, vale também aquela página de memes humorísticos, afinal, rir é o melhor remédio, não é mesmo?

!!! Cuidado sempre para não cair na compulsão nem na ansiedade nas dicas 2 e 3. Sobre esses dois falarei nos próximos posts.


Dica final:

Indico o livro Pensamentos Poderosos - Joyce Meyer

E LEMBRE!! 
Tá difícil demais de vencer sozinho?
Procure ajuda de um profissional! Busque a Jesus!


Espero que tenham curtido e possa ter te ajudado a enxergar que há sempre um jeito de sorrir de novo!
Até mais!!

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